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Os meios de comunicação funcionam como canais por onde a informação circula, e eles podem assumir as mais variadas formas físicas: papel impresso, rádio, televisão, smartphones. A mensagem de um emissor pode ser ampliada a partir do meio de comunicação que ele usar, pode alcançar muitos receptores, formando um público. Esse público, por sua vez, pode concordar ou discordar das informações transmitidas, mas acabam chegando a uma espécie de consenso. A esse fenômeno chamamos:
Em que período predominava a linguagem oral como principal meio de comunicação:
“Recentes e dramáticos acontecimentos globais têm evidenciado um forte e consistente crescimento da força da produção imagética alternativa e cidadã e uma maior consciência quanto à agilidade e à praticidade dos dispositivos móveis na transmissão de dados em tempo real, sem intermediação de mídias convencionais”. (PALACIOS, M.; MUNHOZ, P. Fotografia, Blogs e Jornalismo na Internet: oposições, apropriações e simbiosis. In: BARBOSA, S. (Org). Jornalismo Digital de Terceira Geração. Covilhã: Labcom Books, 2007, p. 84.)
Tal fato se comprova devido:
Observe os quadrinhos abaixo e responda:
O Brasil de junho de 2013 presenciou um levante dos movimentos sociais em megamanifestações. Quase dois milhões de manifestantes foram às ruas em mais de 300 cidades para protestar contra o aumento de preço nos transportes coletivos, a qualidade dos serviços médicos, os gastos públicos, a corrupção, e a política em geral. Um dos fatores que colaboraram com as manifestações sociais de período foi:
“[...] Com a sociedade pós-industrial, de fato, o caráter racional da publicidade revelou-se não só do ponto de vista econômico das mercadorias à venda, mas também daquelas tendências culturais e comportamentais mais sutis que ela consegue representar, sintetizar e, também, antecipar. Por isso, os estilos de vida atuais, hierarquias de valores e modelos de comportamento possuem na publicidade um dos mais lúcidos espaços de divulgação didática, com um alto índice de aprendizagem ‘espontânea’, graças à difusão de um duplo elo com o qual envolve o espectador através de um sistema de mensagens cruzadas, feitas de ameaças e de promessas e fundadas em paradoxos anteriormente analisados” (CANEVACCI, Massimo. Antropologia da comunicação visual. Rio de Janeiro: DP&A, 2001, p. 154).
“A caixa de pandora tecnológica penetra nos lares e libera suas cabeças falantes, astros, novelas, noticiários e as fabulosas, irresistíveis garotas-propaganda, versões modernizadas do tradicional homem-sanduíche”.
(SEVCENKO, N. (Org). História da Vida Privada no Brasil 3. República: da Belle Époque à Era do Rádio. São Paulo: Cia das Letras, 1998.)
A caixa de pandora tecnológica que surgiu na sociedade brasileira a partir da década de 1950, e que provocou mudanças consideráveis nos hábitos da população foi:
Caminhando desde os primórdios da Era Vargas, observamos que o novo governo tinha grande preocupação em controlar e explorar o potencial dos meios de comunicação da época. Entre 1931 e 1934, o Departamento de Propaganda e Difusão Cultural (DPDC) e o Departamento Nacional de Propaganda (DNP) assumiram a função de supervisionar as informações veiculadas e divulgar os atos governamentais. Chegando em 1938, tal preocupação atingiu um patamar inédito com a criação do programa “Hora do Brasil”.
O principal meio de comunicação usado por Vargas foi:
No mundo árabe, países governados há décadas por regimes políticos centralizadores contabilizam metade da população com menos de 30 anos; desses, 56% têm acesso à internet. Sentindo-se sem perspectivas de futuro e diante da estagnação da economia, esses jovens incubam vírus sedentos por modernidade e democracia. Em meados de dezembro, um tunisiano de 26 anos, vendedor de frutas, põe fogo no próprio corpo em protesto por trabalho, justiça e liberdade. Uma série de manifestações eclode na Tunísia e, como uma epidemia, o vírus libertário começa a se espalhar pelos países vizinhos, derrubando em seguida o presidente do Egito, Hosni Mubarak. Sites e redes sociais – como o Facebook e o Twitter ajudaram a mobilizar manifestantes do norte da África a ilhas do Golfo Pérsico.
SEQUEIRA, C. D.; VILLAMÉA, L. A epidemia da Liberdade. Istoé Internacional. 2 mar. 2011 (adaptado).
Considerando o texto acima assinale a alternativa que se relaciona ao movimento mencionado:
Leia trecho de um importante manifesto dos movimentos sociais:
“Reconhecemos que cada um de nós faz parte dos problemas do mundo, e que também fazemos parte da solução. Os perigos e as perspectivas de cura não estão apenas no meio que nos cerca. Começamos a atuar exatamente onde estamos. Não há necessidade de esperar até que as condições se tornem ideais. Podemos simplificar nossas vidas e viver em harmonia com valores humanos e ecológicos. Haverá melhores condições de vida porque nos permitimos começar...” Petra Kelly, Pensando Verde MANUEL CASTELLS. O Poder da Identidade. Paz e Terra. Página 141. Ao defender que as mudanças sociais serão realizadas a partir de “uma revolução interior” podemos identificar que esse movimento social se enquadra no grupo de movimentos: