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"Leia os seguintes trechos retirados dos resumos de dois artigos publicados em 2010 e 2011 na Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia:
RESUMO 1:
OBJETIVO: avaliar o efeito do treinamento dos músculos do assoalho pélvico (TMAP) sobre as disfunções sexuais femininas. MÉTODOS: (...) foram incluídas 26 mulheres que apresentavam diagnóstico de disfunção sexual (transtorno de desejo sexual, de excitação, orgástico e/ou dispareunia). As participantes foram avaliadas antes e após dez sessões, por meio da palpação vaginal bidigital (avaliação da força dos músculos do assoalho pélvico-MAP), eletromiografia (EMG) intravaginal e questionário de avaliação da função sexual (...) RESULTADOS: foi observada melhora significativa (p<0,0001) dos escores de função sexual ao final do tratamento (...) Em relação à EMG, as amplitudes das contrações fásicas e tônicas aumentaram significativamente ao longo do tratamento. Houve aumento na força do assoalho pélvico, com 69% das mulheres apresentando grau 4 ou 5 na avaliação final e melhora total das queixas sexuais. CONCLUSÕES: o TMAP resultou na melhora da força muscular e amplitudes de contração pela EMG, com melhora na função sexual, o que indica que essa abordagem terapêutica pode ser utilizada com sucesso no tratamento das disfunções sexuais femininas.
RESUMO 2:
Disfunções do assoalho pélvico são condições que acometem mulheres em idades variadas, porém aquelas que se encontram no período do climatério, assim como as multíparas, são as mais suscetíveis. Entretanto, há relatos na literatura de jovens nulíparas que apresentam sintomas de disfunções nesta região, tais como a incontinência urinária durante a prática de esportes. Essas condições podem levar ao abandono da atividade física e comprometer a qualidade de vida (...) Os resultados dos estudos revisados indicaram alta prevalência de disfunções do assoalho pélvico entre atletas, muitas delas nulíparas. A incontinência urinária é a disfunção do assoalho pélvico mais documentada e acomete principalmente atletas que praticam atividades consideradas de alto impacto, como trampolim e paraquedismo.
Considerando as informações acima, a respeito do assoalho pélvico, pode-se sugerir: