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“Contemporaneidade e minorias”
Produzido por Amanda Prates
http://agrupamentoideias.blogspot.com/2011/08/resenha-critica-sobre-as-minorias.html
Diante do cenário global atual, com a ideia de “padronização cultural”, no qual, as dimensões da sociedade capitalista determinam certas imposições aos indivíduos (o que comer, beber, vestir, usar); surgem grupos específicos, que de certa forma, “fogem às regras”, estabelecendo suas particularidades, dominadas pela maioria e impostos à margem da sociedade por se apresentarem em menor número.
A história da humanidade é marcada, basicamente, pela luta entre grupos subjugados contra dominantes. De acordo com a autora do referido texto, a intensificação dessas minorias parte, justamente, do processo capitalista o qual estamos inseridos. Dentro deste contexto, percebe-se o paradoxo existente no meio, no qual, se por um lado esse sistema transmite ideias de democracia e liberdade, por outro lado, reprime certas massas mínimas populares, obrigando-as a demarcarem características próprias e se marginalizarem em meio à sociedade majoritária.
Considerando-se, de maneira contínua o entrecho histórico, notou-se o relato da autora da preocupação do novo sistema econômico que surgia na época, o socialismo, em buscar explicações para tais divergências sociais, o mesmo ostentando como causa precípua a estrutura de classes sociais, propondo o lema de uma sociedade uniforme, consequentemente, adquirindo adeptos em todo o mundo.
Mas, quando essa minoria (mulheres, homossexuais, sem-terra, negros, judeus) é maioria? A autora trata essa questão com destaque, no qual, a mesma replica utilizando argumentos com os quais, discute conceitos de maioria e minoria, justificando que, essa massa mínima é maioria na sociedade quando se reúne em reivindicação de direitos, prevalecendo ideais político-sociais mais concisos e enérgicos. Isto é, tais são minoria em questões quantitativas e maioria no que diz respeito à força político-social ideológica.
De tempos em tempos, a mídia noticia inúmeros casos de violência decorrente do preconceito contra as minorias. A cada ano, cresce o número de homossexuais, mulheres, judeus e negros agredidos devido a sua condição social e cultural. Porém, reciprocamente, estes mesmos, surgem em grupos preponderantes em mobilizações pelo ideal de igualdade. São exemplos a parada gay, o MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra), a Conferência de Mulheres (presente em quase todo o território mundial), e outros grupos independentes.
Portanto, deve-se considerar o sistema capitalista como causa precípua das concepções vigentes de maioria e minoria presentes na sociedade desde os primórdios. Práticas governamentais, políticas de conscientização e intensificação das mobilizações seriam soluções eficazes para unificação desses conceitos imperantes.
Segundo a resenha, as concepções e problemas atuais referentes às minorias decorrem de: