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Lê o seguinte texto sobre a malária na República Popular do Congo:
A malária no Congo, é tão comum como as bananas. Os africanos sabem que os mosquitos que transmitem a doença picam ao pôr do sol, que devem dormir com uma rede mosquiteira e que devem vestir manga comprida. No entanto, também sabem que vivem em casas com paredes de barro, sem eletricidade, sem água, sem fogão e que se cozinha melhor à luz da lua, em vez da escuridão do fumo sufocante. Para alguns, a doença tem fundamento científico, mas, para muitos, os mosquitos ainda são veículos de feitiçaria e mau-olhado. Os primeiros sintomas não são para ser julgados por quem estudou a patologia, mas sim pelo chefe da tribo, aquele que tem mais experiência a avaliar os efeitos do mundo sobrenatural sobre o ser humano. Os problemas surgem quando os ritos ancestrais atrasam a marcha terapêutica que salva vidas.
Mputu é enfermeiro num dispensário escondido pela floresta congolesa: "As pessoas só vêm quando já pouco há para oferecer. Gastaram o tempo útil em rituais. Só uma vacina nos poderá ajudar. Não posso matar todos os mosquitos..."
Dispo um bebé. Ao pescoço, traz um fio com três sementes. O que significa?
- É a vacina! -, responde a mãe envergonhada (...)
Os congoleses não adotam medidas de combate à malária devido...